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Produtores com prejuízos no Quinge

Luísa Victoriano | Malange

A paralisação da unidade de processamento e descasque no Quinge, Malange, condiciona a comercialização do café que continua com os produtores e impede o alargamento das áreas de cultivo, disse o chefe do Instituto Nacional do Café.

A paralisação da unidade, afirmou, deve-se “a erros dos técnicos que montaram os equipamentos”.
O administrador Manuel Zangue referiu terem já sido desenvolvidas diligências junto da empresa responsável pela montagem do equipamento para resolver a situação e permitir o normal funcionamento da unidade.
A região, com tradição de cultura do café tem várias fazendas na sede municipal e nas comunas do Quinge e Cuale.

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