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Proibida venda de carne de caça

Luísa Victoriano| Malanje

O Departamento Provincial de Malanje do Instituto dos Serviços de Veterinária, afecto ao Ministério da Agricultura e Pescas, proibiu a comercialização de produtos de caça nos mercados e restaurantes sem a devida inspecção e fiscalização, para a prevenção e contaminação do vírus do ébola.

Comercialização de produtos de caça
Fotografia: Francisco Bernardo

O Serviços de Veterinária proíbem igualmente a venda e confecção de refeições de produtos de origem animal nos estabelecimentos hoteleiros e similares na província de Malanje  sem a devida fiscalização, para se evitar o contágio da febre hemorrágica.
O chefe do Departamento dos Serviços Veterinários, Luís Capitia, informou que a comercialização desses  produtos sem a devida fiscalização, enquanto existir ébola em alguns países, constitui um atentado à saúde pública.
Os Serviços de Veterinária na província de Malanje, em parceria com a Delegação Provincial do Interior, Polícia Económica, Ordem Pública, Direcções da Saúde e do Comércio, Administrações Municipais e Instituto Nacional de Defesa do Consumidor intensificaram os trabalhos de inspecção e fiscalização nos estabelecimentos comerciais, como hotéis, bares, talhos, peixarias, armazéns, lanchonetas, frigoríficos, matadouros, restaurantes, churrascarias, entre outros, segundo o responsável.
O incumprimento destas orientações por partes dos comerciantes implica a aplicação de multas, de acordo com o regulamento da Lei de Sanidade Animal, em vigor em toda a extensão do território nacional, publicada no \"Diário da República\" 1.ª série, número 149, de 11 de Agosto de 2008.
A província de Malanje tem um matadouro que possui apenas duas linhas de abate, sendo uma de pequenos ruminantes (caprinos e ovinos) e outra de suínos. O projecto contempla, para a segunda fase, o funcionamento da linha de bovinos.

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