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Milhões de kwanzas investidos em obras

Mais de 32 milhões de kwanzas foram aplicados na construção de um posto de saúde, uma escola primária e um mercado no município de Mungo, a 150 quilómetros da cidade do Huambo.

Administração municipal do Catchiungo tem terras disponíveis para a auto-construção
Fotografia: Jornal de Angola

Mais de 32 milhões de kwanzas foram aplicados na construção de um posto de saúde, uma escola primária e um mercado no município de Mungo, a 150 quilómetros da cidade do Huambo.
As obras, segundo dados do Gabinete Provincial do Plano, estão enquadradas no Programa Integrado de Desenvolvimento Rural.
A escola, com seis salas de aulas, e o posto de saúde, foram construídos na Ombala de Gandarinha, situada a 12 quilómetros da sede do município do Mungo, com 2.306 habitantes, residentes em 12 aldeias.
Com esta primeira escola de construção definitiva, 480 alunos vão receber aulas em melhores condições de acomodação.
De acordo com o chefe de repartição da saúde no município de Mungo, José Faustino, cinco técnicos de saúde estão preparados para atender as populações da localidade nas consultas de medicina, pré natais e pequenas cirurgias. No mercado estão disponíveis 16 bancadas para albergar 80 vendedores bem acomodados. As obras, iniciadas em Maio de 2008, foram consideradas pelo soba Adriano Chicundunda necessárias, nesta era de paz.
O soba lamentou a falta de uma ambulância para facilitar a evacuação dos doentes em estado grave.

Auto-construção em Catchiungo

Pelo menos 180 cidadãos do município de Catchiungo, 62 quilómetros a este da cidade do Huambo, remeteram à Administração Municipal as suas solicitações de terrenos para a auto-construção dirigida.
A informação foi avançada ontem, à Angop, pelo administrador local, José Manuel dos Santos, garantindo que o processo de concessão de parcelas de terras terá o seu início brevemente.
O administrador do município de Catchiungo realçou que além da reserva especial, com 700 metros quadrados, o município dispõe de outra reserva fundiária com 100 hectares de superfície baldia.
Por cada metro quadrado, de acordo José Manuel do Santos, os requerentes vão pagar 146 kwanzas, ao passo que para a obtenção da licença de construção terão que desembolsar entre oito a 20 mil kwanzas.

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