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Animais fugitivos de regresso à Cameia

Várias espécies de animais que tinham fugido do Parque Nacional da Cameia, localizado na província do Moxico, estão a regressar ao seu habitat natural, informou ontem, à Angop, o administrador do parque, Henriques José dos Santos.

Manadas de animais estão a regressar ao seu habitat natural no Cazombo
Fotografia: AFP

Várias espécies de animais que tinham fugido do Parque Nacional da Cameia, localizado na província do Moxico, estão a regressar ao seu habitat natural, informou ontem, à Angop, o administrador do parque, Henriques José dos Santos.
“Animais como guelengues, palancas e leões, que durante a guerra atravessaram a fronteira rumo à Zâmbia, Botswana e Zimbabwe, estão a regressar em manadas”, disse Henriques José dos Santos.
O administrador do Parque Nacional da Cameia louvou o comportamento dos caçadores furtivos, que não estão a abater os animais.
Henriques José dos Santos apontou como principais dificuldades a falta de fiscais para a cobertura dos mais de 14.450 quilómetros quadrados do parque, que tem quatro postos fiscais, com apenas 12 funcionários, número considerado ínfimo.
No Parque Nacional da Cameia existem animais como songues, nunces, javalis, tungos, hienas e raposas.
O Parque Nacional de Cameia foi definido como Reserva de Caça em 1937 e transformado em parque nacional em 1957.
O parque é limitado a Leste pelo rio Zambeze, a Sul pelo rio Luena e a Oeste pela linha do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB), que o atravessa a Norte.
Grande parte do parque é constituída por planícies inundadas por grandes rios, que fazem parte da bacia hidrográfica do Zambeze, tais como o Luena, Lumeji e o Chifumage.

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