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Aumenta o número de mortes

As mortes no Hospital Central do Moxico devido a malária, hipertensão arterial, diabetes, acidentes vasculares e VIH/Sida, num total de 78 casos, aumentaram durante o segundo trimestre deste ano, anunciou, na cidade do Luena, o chefe do gabinete de estatística médica.

De acordo com Francisco Gabriel referiu, no trimestre anterior a unidade sanitária teve menos 44 mortes em consequência das mesmas doenças, as principais assistidas naquele hospital.
Neste período, mais de 17 mil pacientes procuraram tratamento no hospital e destes 3.470 foram internados em diferentes enfermarias e 3.459 receberam alta devido a melhorias registadas, em relação aos 2.815 de igual período anterior.
Francisco Gabriel adiantou que a taxa de mortalidade, nos últimos três meses, foi de 2,2 por cento, quando no anterior trimestre tinha sido de 2,1 por cento, cifras que preocupam as autoridades sanitárias da província.
Uma das principais causas para o aumento de mortes a nível do hospital tem a ver com a chegada tardia dos pacientes, que preferem procurar os terapeutas tradicionais (quimbandas) antes de acorrerem às unidades clínicas, quando os doentes já estão em estado grave.
“É preciso que os pacientes cheguem cedo às unidades hospitalares para que os técnicos possam intervir melhor, quer na sua avaliação, quer no tratamento”, apelou o responsável.
Além das doenças referidas, o sarampo, diarreias e outras infecções de transmissão sexual fazem parte das enfermidades que levam centenas de pacientes a procurar os serviços clínicos do Hospital Central do Moxico.

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