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Chuvas desalojam famílias

José Rufino | Luena

As chuvas que se abateram, durante as duas últimas semanas, na província do Moxico, provocaram a morte de seis pessoas e destruíram 2.365 residências, afirmam os Serviços de Protecção Civil e Bombeiros.

Comissão Provincial de Protecção Civil criou centros de acolhimento para acudir às vítimas
Fotografia: Jornal de Angola|

As chuvas que se abateram, durante as duas últimas semanas, na província do Moxico, provocaram a morte de seis pessoas e destruíram 2.365 residências, afirmam os Serviços de Protecção Civil e Bombeiros.
O porta-voz da corporação, subchefe Paulo Mohongo, afirmou na sexta-feira que os casos de destruição de casas se verificaram nos municípios do Moxico, Camanongue, Alto Zambeze, Luacano, Leua, Luau, Lumeje-Cameia e Bundas, deixando 13.248 famílias desalojadas. Ao fazer o balanço das mais recentes ocorrências, disse que as chuvas, acompanhadas de ventos fortes e trovoadas, causaram ainda a destruição de sete postos médicos, 13 escolas, 22 igrejas e está a contribuir para a progressão de ravinas. O município do Moxico foi o mais afectado.
Para acudir à situação dos sinistrados, a Comissão Provincial de Protecção Civil criou dois centros de acolhimento, sendo um transitório, no bairro Alto Luena, e outro permanente, na zona do 4 de Fevereiro. Além disso, mais de 700 famílias dos bairros Alto Luena, Aço Novo e 4 de Fevereiro receberam chapas de zinco, bens alimentares e terrenos para a construção de novas casas em locais de maior segurança.

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