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Empresa prevê asfaltar estradas em dois meses

Pelo menos 41 quilómetros, dos 133, do troço rodoviário Luena-Lucusse, província do Moxico, serão asfaltados nos próximos dois meses, soube a Angop de fonte da empreiteira chinesa Sinohydro.

Pelo menos 41 quilómetros, dos 133, do troço rodoviário Luena-Lucusse, província do Moxico, serão asfaltados nos próximos dois meses, soube a Angop de fonte da empreiteira chinesa Sinohydro.
A partir da próxima semana, inicia-se a colocação do asfalto até ao rio Canaji, a 72 quilómetros do Luena, juntando-se a outros 32 alcatroados no ano passado.
A insuficiência de técnicos para o trabalho de terraplanagem, iniciado em Junho último, preocupa o responsável da Sinohydro, pelo facto de muita mão-de-obra chinesa ainda se encontrar no seu país.
O director provincial do Instituto Nacional das Estradas de Angola (INEA), no Moxico, David Tito, confirmou que estão a decorrer obras de compactação, depois da terraplenagem.
Interrogado sobre a qualidade das obras, disse ser “aceitável”, dada a técnica utilizada e as características do material de construção.
David Tito reconheceu os atrasos notados na execução da obra, adjudicada há três anos, tendo apontado como razões a questão financeira, as interrupções por causa da prolongada época chuvosa e a degradação da estrada Luena-Dala, província da Lunda- Sul, onde a empresa retira brita.
Segundo David Tito, os 100 quilómetros que separam o Luena da britadeira, dos quais 52 estão em péssimas condições de circulação rodoviária, são desgastantes.
De acordo com o director do INEA, “é desejo das autoridades verem concluída ainda este ano a estrada Luena-Lucusse”. Porém, a Sinohydro avança com a data de 2012.
Outras estradas em reabilitação na província do Moxico são as que ligam os municípios do Luau e Alto-Zambeze, num troço de 272 quilómetros, e as comunas de Lucusse e Lumbala Kaquengue, numa extensão de 197 quilómetros.
David Tito sugere o envolvimento de empresas de fiscalização nestas empreitadas, pois registam-se atrasos na sua execução, por falta de inspecção do dono da obra.

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