Províncias

Moxico com novas infra-estruturas este ano

Lino Vieira | Luena

O governador provincial do Moxico, João Ernesto dos Santos, a­nunciou que os municípios de Leua, Cameia e Camanongue dispõem, a partir do segundo semestre do ano, de novas infra-estruturas sociais, no âmbito dos Programas de Investimentos Públicos e de Combate à Pobreza.

Construção de novas casas está a dar outra dignidade aos moradores do interior do Moxico
Fotografia: Daniel Benjamim | Moxico

João Ernesto dos Santos “Liberdade” falava durante uma visita que efectuou para constatar o grau de execução das obras em curso naqueles municípios.
No município de Cameia, o governador visitou as obras de construção de quatro escolas de 14 e dez salas de aulas, uma esquadra policial e 100 residências, o mesmo número de infra-estruturas que encontrou no Leua, onde está ainda a ser erguido um estádio multiusos e uma casa para quadros residentes.
Em Camanongue, o governador visitou as obras de construção de seis escolas, com duas e 14 salas, dois postos de saúde, sendo um na localidade de Mucolongo e outro no Dongue, além de um mercado, com capacidade para 56 seis lugares, em Mussala.
João Ernesto dos Santos recebeu também informações sobre as obras de um estádio multiusos, com capacidade para cinco mil espectadores, e as obras de construção de 100 habitações. Sobre estas empreitadas, o governador recebeu garantias de que tudo corre bem.
A directora provincial do Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente, Amélia Masseca, afirmou que 80 por cento das obras terminam antes do fim do ano.
As obras decorrem a bom ritmo, apesar de alguns constrangimentos por parte dos empreiteiros.
A grande dificuldade constatada a nível dos três municípios tem a ver com os atrasos na execução das obras, situação motivada por estas regiões serem localizadas nas chanas, o que tem inviabilizado o transporte do material de construção durante a época chuvosa.
“Vamos pedir explicações às empresas construtoras sobre os atrasos na execução das obras, no sentido de ouvirmos o que se passa e buscar as melhores soluções para o problema", disse Amélia Masseca.

Tempo

Multimédia