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Moxico sem condições para alojar refugiados

Lino Vieira | Luena

A Direcção Provincial do Moxico da Assistência e Reinserção Social (MINARS) está preocupada com a falta de meios para atender os repatriados provenientes da República da Zâmbia.

A Direcção Provincial do Moxico da Assistência e Reinserção Social (MINARS) está preocupada com a falta de meios para atender os repatriados provenientes da República da Zâmbia.
A directora provincial da Assistência e Reinserção Social, Ana Filomena Chipoia, disse sexta-feira, ao Jornal de Angola, que, no Moxico, estão registados mais de 200 regressados da Zâmbia, vindos do campo de refugiados da Maheba, número que tende a aumentar, pois alguns cidadãos, por meios próprios, chegam ao Luena e solicitam apoio.
“O número de refugiados localizados no campo da Maheba, na Zâmbia, atinge um total de 400 pessoas, entre adultos e crianças, segundo dados obtidos junto da embaixada de Angola na República da Zâmbia”, disse a directora provincial da Assistência e Reinserção Social.
Desde Janeiro, acrescentou, foram registados 5.573 regressados da Zâmbia e do Congo Democrático, dos quais 60 foram enviados para as suas zonas de origem, nas províncias de Benguela, Huíla, Kwanza-Sul, Kuando-Kubango, Lunda-Sul e Luanda.
“A falta de condições para o realojamento no campo do Alto Luena está a causar vários constrangimentos, apesar de alguns terem já beneficiado de instrumentos de trabalho e tendas para abrigo”, disse a directora provincial da Assistência e Reinserção Social.

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