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Urgência do Hospital Central do Moxico regista centena de óbitos em cinco meses

Lino Vieira| Luena

O banco de urgência do Hospital Central do Moxico registou, entre Janeiro e Maio, cem óbitos, resultantes da assistência de mais de 11 mil pacientes, afirmou a chefe daquela área da unidade clínica, Margarida Luciano.

Foram assistidos milhares de pacientes
Fotografia: Francisco Bernardo

O banco de urgência do Hospital Central do Moxico registou, entre Janeiro e Maio, cem óbitos, resultantes da assistência de mais de 11 mil pacientes, afirmou a chefe daquela área da unidade clínica, Margarida Luciano.
A malária, as doenças diarreicas e respiratórias agudas, febre tifóide, má nutrição, crise
hipertensiva, bronco-pneumonia, os ferimentos por acidentes de viação, queimaduras, mordedura de cães e as intoxicações por ingestão de bebidas alcoólicas são as principais causas de morte, disse a responsável.
Margarida Luciano apontou a falta de medicamentos e outros meios técnicos, no banco de urgência, como as maiores dificuldades enfrentadas pelo hospital.
“Os familiares de pacientes internados são obrigados a comprar os fármacos nas farmácias fora da nossa unidade para que os doentes possam receber tratamento, o que é mau”, lamentou a responsável.
Diariamente, o banco de urgência do Hospital Central do Moxico atende mais de cem casos diversos, sendo os acidentes de viação a liderar a lista de situações que chegam ao hospital, que está a preocupar as autoridades sanitárias locais.

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