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Moxico:Conservação de cadáveres feita em melhores condições

A conservação de cadáveres a nível da comuna do Lucusse, no Moxico, vai deixar de ser feita em situações menos apropriadas, como guardar os corpos em casa, com a entrada em funcionamento, dentro de quatro meses, de uma morgue, com três gavetas.

Cadáveres passam a ser conservados em local lugar seguro
Fotografia: Santos Pedro| Edições Novembro

A morgue está a ser construída no centro de saúde comunal, informou ontem à Angop o director da unidade clínica, Mateus Sacajila. O empreendimento enquadra-se no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e decorre, desde Junho último, no conjunto de obras de ampliação da respectiva área.

Além da morgue, a ampliação do centro de saúde comunal reserva, igualmente, a construção de uma farmácia, cujo grau de execução física é de 40 por cento. As obras estão orçadas em 23 milhões 636 mil kwanzas.

Mateus Sacajila informou que com a entrada em funcionamento da morgue, a população deixa de fazer o funeral no dia em que o ente morre.

Enquanto decorrem as obras de ampliação, os serviços da unidade sanitária foram transferidos para uma escola primária, avançou o director do centro, que é assegurado por dois enfermeiros e comporta uma sala de parto e outra de internamento com três camas, um consultório e banco de urgência.

Localizada a 133 quilómetros a sul da cidade do Luena, a comuna do Lucusse tem 19.331 habitantes, na sua maioria camponeses.

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