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Município do Alto Zambeze precisa de mais educadores

O município do Alto Zambeze necessita de 200 professores e de 600 salas de aulas para fazer face à explosão escolar registada nos últimos anos, disse, na sexta-feira, à Angop, o chefe de repartição municipal da Educação.

Professora a dar explicação a uma aluna
Fotografia: Kindala Manuel

O município do Alto Zambeze necessita de 200 professores e de 600 salas de aulas para fazer face à explosão escolar registada nos últimos anos, disse, na sexta-feira, à Angop, o chefe de repartição municipal da Educação.
Manuel Mucuma afirmou que o município tem 238 professores e 124 salas de aulas, o que considera insuficiente para os mais de 14 mil alunos matriculados, da iniciação a 9ª classe. “Apesar desta necessidade de professores e de infra-estruturas, este ano lectivo não ficou nenhum aluno fora do sistema normal de ensino”, garantiu. A falta de material didáctico também constitui dificuldade para o sector da Educação no município.
O Alto Zambeze, com mais de cem mil habitantes, na maioria camponeses, tem 48.154 quilómetros de superfície.

Hospital precisa de mais médicos

O Hospital Municipal do Alto Zambeze, Moxico, precisa de dois médicos especializados em cirurgia e ginecologia, afirmou, no sábado, à Angop, o chefe de repartição local da Saúde.
Pedro Manuel referiu que a assistência clínica é feita por um médico e 71 enfermeiros. “Um médico não é suficiente para dar resposta às solicitações”, sublinhou.
Outra dificuldade com que se debate o hospital e toda a rede sanitária da circunscrição, lamentou, é a falta de medicamentos em quantidade e qualidade.
O hospital tem a capacidade para internar 42 pessoas, disse, e atende mais de 20 doentes por dia.
No primeiro semestre foram registados 8.500 casos de malária, 200 de doenças diarreicas agudas, 102 de gonorreia, cem de hipertensão e 30 de tuberculose.

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