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Municípios e comunas com mais casas sociais

Nicolau Vasco Cuchi

A construção de habitações nas sedes municipais e comunais da província do Cuando Cubango vai ser uma das principais apostas do governo local, nos próximos tempos, apesar da crise financeira que assola o país, assegurou domingo, no Cuchi, o  vice-governador para o sector Político e Social.

As primeiras casas vão ser atribuídas aos quadros das administrações municipais
Fotografia: Dombele Bernardo | Edições Novembro

Pedro Camelo garantiu que as autoridades vão reforçar as intervenções no sector da habitação para que a população do Cuito Cuanavale, Rivungo, Dirico, Cuchi, Cuangar, Nancova, Mavinga e Menongue possa viver em condições mais condignas.
No âmbito deste programa, a comuna do Chinguanja, no município do Cuchi, está a ganhar uma nova imagem, com a inauguração domingo das primeiras 15 casas das 30 inicialmente previstas, no quadro do programa de 200 fogos habitacionais por município. As casas do tipo T-3 são atribuídas, principalmente, aos quadros da administração comunal, professores e enfermeiros, que, por falta destas infra-estruturas, viviam em cubatas de capim e em condições difíceis, disse o vice-governador para o sector Político e Social.
Pedro Camelo disse que a comuna de Chinguanja, que dista cerca de 80 quilómetros da sede municipal do Cuchi, vai dispor ainda de novos investimentos, para acabar com a ideia de que a região era apenas uma aldeia, por ter poucas infra-estruturas.
O próximo passo, disse o responsável provincial, é a reparação da estrada de acesso à comuna, que se encontra em estado avançado de degradação.
As comunas de Cutato e Vissaty também vão beneficiar de 30 residências cada, enquanto na vila do Cuchi já foram construídas e inauguradas 75 casas do tipo T-3, no âmbito do Programa de Investimentos Públicos. Pedro Camelo referiu que a comuna do Chinguanja é potencialmente agrícola, dispondo de muitas terras aráveis.

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