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Casos de gravidez precoce registam subida no Namibe

Os elevados casos de gravidez precoce no Namibe, em raparigas com idades entre os 14 e os 17 anos de idade que, na sua maioria, acabam por abandonar os estudos, constituí   preocupação para a sociedade, disse ontem o director da escola do segundo ciclo de ensino secundário Weliwítschia Mirabilis. 

Francisco Cativa, insatisfeito com a situação, considerou negativo os resultados do ano lectivo prestes a findar e lembrou que a maioria dos alunos reprovados são os que abandonaram os estudos, e destes a maior parte são raparigas que, devido a gravidez, abandonaram  as aulas.
“Estas estudantes, muitas delas com boas notas, só pelo facto de estarem grávidas preferiram abandonar os estudos porque não se sentiam bem no meio dos colegas, ­facto que nos preocupa, pois deviam ter um acompanhamento dos pais e encarregados de educação”, lamentou.
Francisco Cativa aconselhou a sociedade a participar mais na educação dos filhos, passando toda informação necessária, que vai desde a fase da infância, adolescência e adulta, levando os adolescentes a desviarem-se dos caminhos da delinquência, gravidez, uso do álcool, prostituição, entre outros males.
Neste ano lectivo, acrescentou Francisco Cativa, a escola do segundo ciclo de ensino secundário Weliwítschia Mirabilis pode obter bons resultados em termos de aproveitamento escolar fruto do esforço dos estudantes e docentes no que se refere a transmissão e assimilação de conhecimentos académicos e culturais.

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