Províncias

Estrada para Bentiaba é inaugurada em Julho

Manuel de Sousa | Namibe

A estrada Namibe-Bentiaba, em direcção à província de Benguela, foi reabilitada e é inaugurada na primeira quinzena do próximo mês.

Obras da via estão em fase conclusiva
Fotografia: Dombele Bernardo

A estrada Namibe-Bentiaba, em direcção à província de Benguela, foi reabilitada e é inaugurada na primeira quinzena do próximo mês.
O director provincial do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), Edgar Xavier, informou que falta apenas concluir os trabalhos de sinalização horizontal e vertical.
“Já está concluído o troço que vai do quilómetro 16, que faz intercepção com a estrada 280 Namibe/Lubango, até à comuna do Bentiaba. Falta concluir o troço que liga Bentiaba a Lucira, cujos trabalhos estão a decorrer a bom ritmo e, segundo o cronograma, até ao fim do ano deve ser inaugurado”, disse Edgar Xavier.
As obras, a cargo da construtora nacional SEOP, tiveram início em 2008. Edgar Xavier disse que a reabilitação do troço Tchicolongilo/Bibala, em direcção à vizinha província da Huila, também é uma das prioridades do INEA. As obras, que tiveram início em Janeiro e que têm prazo de duração de 18 meses, decorrem bem, apesar da necessidade da existência de uma via alternativa à da Serra da Leba, que sofreu danos consideráveis durante as fortes enxurradas do ano passado, estando nesta altura em manutenção.
Os trabalhos do troço Lucira/Rio Equimina, em direcção ao Dombe Grande, província de Benguela, só estão concluídos em 2013, disse o director provincial do INEA.
Quanto à manutenção das estradas, Edgar Xavier revelou que é feita pelas empresas Minuila e A­bronhosa, mas vai ter um novo modelo, baseado na filosofia de concessões, que permite manter a via sempre em bom estado.
Outras vias com prioridade são as que ligam Carajamba ao município do Virei e Chicolongilo à Bibala, contempladas no pacote das obras de reconstrução nacional.
Edgar Xavier disse que o INEA deixou de exercer o papel de executor para ser apenas supervisor das obras sob sua responsabilidade. “Carecemos de quadros qualificados para um melhor acompanhamento dos trabalhos. A província do Namibe conta apenas com dois engenheiros civis, o que dificulta o trabalho de fiscalização das obras”, disse Edgar Xavier.

Tempo

Multimédia