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Hospital Sanatório necessita de técnicos

Cerca de 40 técnicos de diversas especialidades são necessários para reforçar o quadro de pessoal do Hospital Sanatório do Namibe, para possibilitar uma resposta rápida e adequada dos serviços de assistência médica, disse na terça-feira a directora da instituição.

O edifício onde funcionam os serviços hospitalares apresenta um estado de degradação
Fotografia: Jornal de Angola

Elsa Celeste referiu à Angop que o Hospital Sanatório do Namibe necessita de quatro médicos, dois especialistas em  nutrição, 15 enfermeiros, igual número de técnicos de diagnósticos terapêuticos, além de dois psicólogos clínicos e dois motoristas.
A instituição também necessita de mais infra-estruturas, como um banco de urgência, um laboratório para análises clínicas, consultórios médicos, salas de espera e de cuidados intensivos, uma farmácia, arrecadação, casa mortuária, sala de radiologia, lavandaria e sala de reuniões.
O actual edifício onde funcionam os serviços hospitalares apresenta um certo estado de degradação. Um outro problema apontado pela responsável tem a ver com a falta de meio de transporte para o desdobramento do pessoal médico e dos pacientes.
 Para colmatar esta lacuna, é necessária uma ambulância, um mini-autocarro, duas carrinhas e igual número de motorizadas.
O hospital sanatório trata doenças infecto-contagiosas, como tuberculose geral e extrapulmonar, lepra, diarreicas agudas, malária, cardíacas, entre outras. Estão internadas, neste momento, 124 pessoas, sendo 56 homens, 59 mulheres e nove crianças.
 O centro tem capacidade para 120 camas.  Elsa Celeste também confessou a sua preocupação em relação ao stock de medicamentos, que deve terminar em Agosto próximo, havendo, deste modo, a necessidade do Programa de Combate à Tuberculose os reforçar até Julho, para possibilitar o contínuo atendimento das pessoas que acorrem a instituição.
O sanatório possui três médicos de nacionalidades angolana, cubana e vietnamita, 33 enfermeiros, cinco técnicos de laboratório, igual número de técnico de enfermagem, cinco cozinheiros, seis para tratamento de roupa e oito na área administrativa.

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