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Participantes nas Jornadas da Função Pública defendem a criação da carreira de informático

Os participantes nas Jornadas da Função Pública defenderam, na quinta-feira, no Namibe, a realização de um estudo sobre a institucionalização dos critérios de administração e promoção da carreira de informático.

Os participantes nas Jornadas da Função Pública defenderam, na quinta-feira, no Namibe, a realização de um estudo sobre a institucionalização dos critérios de administração e promoção da carreira de informático.
As décimas Jornadas da Função Pública, subordinadas ao “Papel das Tecnologias de Informação e Comunicação na Modernização dos Serviços Públicos”, que decorreram no Cine Teatro Namibe, contaram com a participação dos titulares de cargos de direcção e chefia dos organismos locais do Estado, técnicos superiores, administradores municipais, parceiros sociais, gestores de empresas públicas e privadas e convidados.
A necessidade de assegurar o aumento de investimentos públicos no ramo das tecnologias de informação e comunicação ao nível de toda a administração local do Estado, e de massificar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas instituições de ensino, hospitais e organismos públicos e privados, foram aspectos analisados no encontro.
Os trabalhos foram orientados pelo director nacional para as Tecnologias de Informação, António Bastos. Especialistas do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação dissertaram sobre “Estratégias do Governo para as Tecnologias de Informação e Comunicação”, “Governação Electrónica”, “Portal do Governo”, “Segurança de Sistemas de Informação” e “Uso Estratégico da Internet na Função Pública”. Os participantes concluíram que há vantagens no uso das tecnologias de informação e da comunicação na modernização dos serviços públicos e recomendaram que se melhorem os mecanismos de envolvimento e incentivos à participação dos serviços locais do Estado na produção e veiculação de informação no Portal do Governo.
Sugeriram a contribuição dos organismos públicos na implementação das políticas, estratégias e programas governamentais para as tecnologias de informação e comunicação, e o reforço das políticas de segurança das tecnologias de informação e comunicação nos serviços públicos, para que se previnam as ameaças, minimize a vulnerabilidade dos sistemas de armazenamento de dados e autenticação dos utilizadores. Na sessão de encerramento, a vice-governadora Maria dos Anjos Mahove Pedro, referiu que as tecnologias de informação e comunicação são instrumentos importantes para a qualificação dos recursos humanos.
“É urgente que a nível dos nossos serviços públicos tenhamos o entusiasmo suficiente para utilidade das tecnologias de informação e comunicação como instrumentos de combate ao excesso de burocracia e de formalismo nos serviços públicos para o melhoramento do nível de desempenho dos funcionários públicos e dos agentes administrativos. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim um conjunto de dados classificados e organizados, de forma que uma pessoa ou uma instituição possa tirar proveito”, afirmou a vice-governadora.

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