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Protecção Civil reforça apoio às vítimas de catástrofes

João Upale | Namibe

Uma palestra subordinada ao tema “Gestão dos centros de acolhimento de pessoas deslocadas em situação de desastres naturais” reuniu quinta-feira, no Namibe, efectivos da Polícia Nacional, no âmbito das jornadas comemorativas dos 37 anos de existência do Ministério do Interior, a assinalarem-se no próximo dia 22.

O coordenador do programa, o subcomissário de migração, João Joveth Ângelo, disse que um dos objectivos é analisar e buscar soluções para os casos de calamidade natural, como o que aconteceu recentemente no Lobito (Benguela), onde as cheias provocaram a morte de muitas pessoas, bem como no Cunene, onde a estiagem tem causado muitos prejuízos.
“Podemos ter em consideração aquilo que aconteceu noutras províncias para nos podermos precaver do ressurgimento de catástrofes naturais”, frisou, lembrando ainda o acontecimento de 5 de Abril de 2001, quando as cheias inundaram e destruíram os antigos bairros Nação Praia e Nação Tchindukutu, no município sede do Namibe, o que originou a aparição de um novo bairro na cidade, o 5 de Abril, com grande aglomeração populacional.
Segundo João Joveth Ângelo, as forças do Ministério do Interior, com incidência às da Protecção Civil e Bombeiros, têm a missão de recolher e resgatar as populações vítimas de calamidades naturais para um centro de acolhimento, por isso, devem estar bem preparadas. João Joveth Ângelo realçou que, para a gestão dos referidos centros de acolhimento, a corporação conta com o apoio de outras instituições, como da Saúde e da Assistência e Reinserção Social, consideradas actores principais da administração local do Estado, para o cadastramento e assistência imediata às populações. A jornada, que teve início no princípio deste mês, permitiu a realização de várias actividades, como palestras sobre a “Lei das Medidas Cautelares em Processo Penal, à luz da Lei 25/15, de 18 de Setembro”, entre outras.

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