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Universitários defendem tese

Um grupo de 120 estudantes da Escola Superior Politécnica do Namibe estão a defender, desde o princípio do mês, a tese de fim do curso de bacharelato em Contabilidade e Gestão, Engenharias Mecânica e Ambiental, Biologia Marinha e Electricidade.

Um grupo de 120 estudantes da Escola Superior Politécnica do Namibe estão a defender, desde o princípio do mês, a tese de fim do curso de bacharelato em Contabilidade e Gestão, Engenharias Mecânica e Ambiental, Biologia Marinha e Electricidade.
O director da instituição, Agostinho Cachapa, disse, na terça-feira, à Angop, que existem algumas dificuldades no trabalho de defesa das teses, devido à falta de conhecimentos sobre as metodologias de investigação científica, já que, durante o curso, os estudantes não tiveram essa disciplina. “Este ano, a instituição decidiu implementá-la em todos os cursos, para que os estudantes possam realizar trabalhos com qualidade”, reforçou.
As teses apresentadas até ao momento, de acordo com Agostinho Cachapa, são boas, sendo que muitas vão ao encontro dos objectivos da instituição, com vista à resolução de alguns problemas pontuais que a sociedade enfrenta, tais como a falta de transparência nos concursos públicos, a importância da pesca, a necessidade de uma melhor organização nas áreas de recursos humanos e marketing,  entre outros temas.
Abordando uma outra questão, o director da instituição disse que uma das dificuldades com que a escola se debate é a necessidade de mais de 20 professores universitários para suprir as dificuldades nos cursos de Contabilidade e Gestão e Engenharia Ambiental e Biologia Marinha.
Agostinho Cachapa explicou que o deficit de pessoal docente vai dos efectivos aos colaboradores, criando alguns transtornos no que concerne à implementação de algumas disciplinas nos diversos cursos. Actualmente, estão a leccionar sete professores universitários angolanos e igual número de estrangeiros de nacionalidade cubana e búlgara, para um universo estudantil de 1.378 inscritos, mais cem do que no ano anterior.
Dos 150 alunos que já se formaram nesta escola politécnica, 20 por cento encontram-se empregados em vários organismos do Estado, agências bancárias, educação e alfândega.

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