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Virei está a recuperar fontes de água

João Upale | Virei

A administração do Virei está a trabalhar na recuperação de pontos de água existentes e na abertura de outros nas localidades onde ainda se faz sentir a carência do precioso líquido, revelou a administradora do município.

Levar água potável e outros serviços sociais básicos às populações é a grande aposta das autoridades do município do Virei
Fotografia: Jornal de Angola

A administração do Virei está a trabalhar na recuperação de pontos de água existentes e na abertura de outros nas localidades onde ainda se faz sentir a carência do precioso líquido, revelou a administradora do município.
Em declarações ao Jornal de Angola, Juliana Fonseca disse que uma das prioridades da administração é levar água potável em quantidade e qualidade a toda população. “ A nossa preocupação não é só melhorar o abastecimento na sede municipal, mas lá onde está a população. Estamos a trabalhar, temos recursos disponíveis e com isso vamos resolver as principais dificuldades que a nossa população enfrenta”, garante Juliana Fonseca.
A administradora aponta como uma das necessidades pontuais para a instituição a aquisição de viaturas para o acompanhamento das actividades dentro e fora da sede.
 Juliana Fonseca referiu que, no âmbito do programa de combate à pobreza no município do Virei tudo o que foi feito em termos de obras de grande impacto social estão concluídas e são entregues na próxima quarta-feira, dia 15. Revelou que foram erguidos aldeamentos rurais nas povoações do Khande, Munda, Kuitikuiti e Kavelokamwe. Foram construídas escolas, postos médicos e seis casas evolutivas para cada uma dessas localidades.
A administradora do Virei assegurou estar a negociar com o Banco de Poupança e Crédito (BPC) para a necessidade da abertura, na sede municipal, de uma agência com vista a reduzir o êxodo massivo de funcionários para a sede da província para o levantamento dos seus salários. Juliana Fonseca frisou que as negociações estão bem avançadas. Outra negociação tem a ver com as unidades panificadoras, sobretudo a
Tropicália, para a produção de pão para reforçar a merenda escolar.
 A empresa já mostrou o interesse em instalar-se no Virei, disse a administradora. A preservação do património cultural, monumentos e sítios, não deixa de ser responsabilidade da administração municipal, mas técnica e metodologicamente depende muito da direcção provincial da Cultura, realçou a administradora do Virei.
Juliana Fonseca, ciente dos estudos feitos no município aquando da recente realização de um seminário tutelado pela Cultura, aguarda as tipologias de intervenção a serem feitas nas pinturas rupestres do Tchitunduhulo, principalmente, que actualmente estão a ser vandalizadas. No entender da administradora do Virei, vedar o perímetro das pinturas rupestres do Tchitunduhulo seria uma saída para que o acesso fosse controlado, mas “os especialistas dizem que não. Vamos aguardar que terminem os estudos para sabermos qual será o tratamento ideal a dar ao local para a sua preservação”, concluiu.

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