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Nível do ensino especial está a melhorar na região

Elautério Silipuleni | Ondjiva

A província do Cunene está a fazer uma forte aposta na elevação da qualidade do ensino especial, com a adaptação de metodologias adequadas às características e realidade dos alunos com necessidades educativas especiais, garantiu a responsável do sector.

A procura do ensino especial nos municípios da província do Cunene é cada vez maior
Fotografia: Jornal de Angola

Ana Bela Miguel disse que a adopção de novas condições metodológicas requer empenho e determinação de toda a comunidade educativa e o aperfeiçoamento profissional e humano dos professores e agentes educativos deve ser o primeiro passo.
Neste ano lectivo a escola Rainha Nekoto matriculou 1.800 alunos com deficiências, sendo 680 em salas especiais, da iniciação à 6ª classe, e 1.120 em salas inclusivas.
Nas salas especiais, estão os alunos com deficiências agudas ou graves, enquanto nas salas inclusivas estão os de audição e visão reduzida. A escola Rainha Nekoto tem seis salas e as aulas são ministradas por 73 professores.
Ana Bela Miguel disse que o Governo desenvolveu grandes esforços que permitiram instalar o ensino especial em todos os municípios, com o propósito de garantir que as crianças e adolescentes com problemas de cegueira, mudez, surdez e mentais tenham acesso ao ensino.
“A procura do ensino especial no Cunene é cada vez maior e para minimizar o défice de instituições especiais na província criámos o programa de inclusão, para atender também casos dos restantes municípios”, salientou.
As escolas do ensino especial nos municípios têm o acompanhamento directo da escola mãe, com sede em Ondjiva, que tem registado, nos últimos tempos, um elevado número de alunos por turma.

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