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Novos estabelecimentos de ensino para o Namibe

João Upale| Namibe

 

A província do Namibe conta com mais dois institutos médios e duas escolas secundárias, erguidos no quadro do programa de melhoria e aumento da oferta de bens e serviços sociais básicos à população.

Juventude local tem outras opções em termos de formação
Fotografia: João Gomes

 

A província do Namibe conta com mais dois institutos médios e duas escolas secundárias, erguidos no quadro do programa de melhoria e aumento da oferta de bens e serviços sociais básicos à população.
As referidas escolas foram inauguradas sexta-feira pelo ministro da Educação, Burity da Silva, que disse que a educação é um desafio permanente e é interesse do Governo angolano melhorar e modernizar o sector, que é a chave do progresso do país.
De acordo com o ministro da Educação, a construção das escolas enquadra-se no projecto do Governo que visa inserir todas as crianças no sistema de ensino.
Os dois institutos têm 33 salas de aula. O Instituto Politécnico “ Pascoal Luvualu” tem 16 salas, com capacidade para 1.728 alunos, e o Instituto de Administração e Gestão “António Jacinto” tem 17 salas com capacidade para 1.836 estudantes. As duas instituições possuem 17 laboratórios.
As escolas do I ciclo “Maria de Lurdes Van-Dúnem” e a escola “Rei Mandume”, no Sacomar, possuem treze salas e quatro laboratórios, com capacidade para 1.065 alunos, contando ainda com um ginásio e um campo polivalente. Nas mesmas estudam alunos da sétima, oitava e nona classes.
Para o presente ano lectivo, a escola “Maria de Lurdes Van-Dúnem” tem 396 alunos matriculados, ao passo que a escola “Rei Mandume” conta com 545.
Nesses estabelecimentos estudam também 1.357 alunos vindos do complexo escolar marítimo “ Hélder Neto”, devido ao estado degradante em que se encontra a estrutura escolar.
O director provincial da Educação, Ciência e Tecnologia, Pacheco Francisco, disse que, com a entrada em funcionamento daqueles estabelecimentos de ensino, abrem-se novas opções para a formação dos jovens ao nível médio.
Para Pacheco Francisco, o sector da Educação em Angola tem passado por profundas reformas estruturais, cujo objectivo é reverter o quadro generalizado de precariedade em que se encontra toda a estrutura de ensino no país.
De acordo com o director provincial da Educação, a abertura de outros cursos está condicionada à falta de professores.

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