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Novos técnicos especializados no Pavilhão de Artes e Ofícios

Marcelo Manuel | Golungo Alto

A abertura de um pavilhão de Artes e Ofícios no município do Golungo-Alto tem contribuído para a diminuição da procura de mão-de-obra qualificada na construção civil.

Exposição de móveis feitos pelos estudantes do pavilhão de artes e ofícios do município do Golungo Alto durante a formação
Fotografia: Marcelo Manuel

A abertura de um pavilhão de Artes e Ofícios no município do Golungo-Alto tem contribuído para a diminuição da procura de mão-de-obra qualificada na construção civil.
Na sexta-feira, o mercado de emprego passou a contar com mais 29 marceneiros, que concluíram a formação naquele pavilhão.
Os novos marceneiros receberam o certificado da conclusão da formação, que durou seis meses, na sede municipal do Golungo-Alto, durante a abertura do ano lectivo presidido pelo vice-governador, José Alberto Kipungo.
Manuel José, em nome dos demais formandos, agradeceu ao Governo o empenho na formação da juventude.
Gaspar Quintas, director provincial do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), disse que a acção agora concluída se enquadra no segundo ciclo dos cursos do ano passado, que permitiu a formação de 1.209 formandos, lembrando que já estão abertas as inscrições para a primeira fase de formação para este ano.
A província do Kwanza-Norte dispõe de nove centros de formação de artes e ofícios, dois deles itinerantes que no primeiro semestre vão funcionar em Cambambe.
O administrador do Golungo-Alto, Cirilo Matias Mateus, referiu que o município carece, ainda, em vários sectores, de quadros qualificados, adiantando que estão a ser construídas casas para quadros.
Cirilo Mateus pediu que sejam realizados, em mais localidades da província, outros cursos, como alvenaria, serralharia, mecânica auto, refrigeração e electricidade.

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