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Obras do Campus dentro dos prazos

Leonor Mabiala|Cabinda

A primeira fase das obras de construção do Campus Universitário de Cabinda, avaliadas em 82 milhões de dólares, decorre a um ritmo satisfatório, disse, em exclusivo ao Jornal de Angola, o responsável da empresa de fiscalização, Muaca Cláudio.

A primeira fase das obras de construção do Campus Universitário de Cabinda, avaliadas em 82 milhões de dólares, decorre a um ritmo satisfatório, disse, em exclusivo ao Jornal de Angola, o responsável da empresa de fiscalização, Muaca Cláudio.
Localizado na aldeia de Caio, dez quilómetros a norte da cidade de Cabinda, o projecto compreende, nesta fase, para além da área administrativa, uma biblioteca, refeitório, cozinha e parque de estacionamento para 450 viaturas.
A segunda fase do empreendimento, financiado pelo Governo Central através do Ministério das Obras Públicas, prevê a edificação de cinco infra-estruturas para as faculdades.
A reitoria ocupa um espaço de 150 metros de comprimento e 80 de largura e os trabalhos circunscrevem-se, neste momento, à pavimentação da estrutura de suporte aos pilares metálicos, cujas delimitações das fundações estão já projectadas com estacas.
As constantes chuvas que ocorrem na região são, para Mauca Cláudio, o constrangimento de momento, dada a interrupção a que obriga os trabalhos. “A chuva está a criar-nos grandes embaraços, porque chove muito nesta área, às vezes todo o dia, e somos obrigados a interromper os trabalhos”, lamentou. Outra dificuldade apontada, mas rapidamente ultrapassada, foi o encerramento da fronteira de Massabi, ocorrido durante o mês de Outubro de 2009, situação que criou embaraços ao empreiteiro, uma vez que parte dos camiões que transportam o material estiveram retidos.
Casimiro Santos, de 19 anos, ferreiro de profissão, disse que apesar de ter interrompido os estudos para trabalhar nesta empreitada se sente feliz, já que consegue resolver parte das dificuldades que tinha. 
A obra é assegurada por 240 operários, dos quais 133 angolanos, e está a ser executada pela empreiteira chinesa “Road e Bridge Corporation” (R & B), durante dois anos.

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