Províncias

Orientação profissional em análise em Benguela

António Gonçalves

A falta de orientação profissional dos jovens é um fenómeno que deve constituir preocupação para as famílias, em particular, e para a sociedade, em geral, disse ontem, em Benguela, o director-geral do Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão (SIAC).

Jovens são orientados sobre primeiro emprego
Fotografia: António Gonçalves | Edições Novembro

Anselmo Monteiro, que falava durante a cerimónia de abertura de um seminário que reflectiu sobre o emprego e o registo nominal dos trabalhadores, afirmou que “temos vindo a registar uma evolução significativa na forma como a administração pública se relaciona com os cidadãos e com as empresas”.
Ainda sobre orientação profissional, Anselmo Monteiro afirmou que é ainda vista como um “tabu” pela sociedade, fruto da ignorância generalizada, que faz com que tudo o que diz respeito à orientação profissional dos jovens seja distorcido, ou até mesmo consequência de experiências pessoais.
Segundo o director-geral do SIAC, é importante ter uma orientação profissional ainda na adolescência e ser  elucidados sobre profissões, carreiras, cursos de nível técnico superior e mercado de emprego, com informações concretas e actualizadas.
Para Anselmo Monteiro, a orientação profissional depende igualmente da investigação que deve ser feita em relação aos fenómenos que a envolvem, como são os casos das variáveis familiares.  O director-geral do SIAC disse ser fundamental procurar e encontrar respostas para os desafios que a sociedade coloca. 
 Anselmo Monteiro disse que o processo de mudança e de melhoria da governação em Angola deverá contar com a contribuição de uma administração pública célere e eficaz e o comportamento dos seus servidores assenta na ética, para servir de exemplo para as populações vindouras. Considerou que prestar maior atenção às necessidades das empresas, bem como a sua integração na sociedade  deve constituir uma das chaves do processo.

Tempo

Multimédia