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Pavilhão de artes e ofícios do Cuchi lança técnicos no mercado de trabalho

Carlos Paulino | Cuchi

O pavilhão de artes e ofícios do município do Cuchi, no Kuando-Kubango, colocou, em 2009, 65 técnicos no mercado de trabalho, formados nas especialidades de informática, electricidade, alvenaria, carpintaria, canalização e agricultura.

A localidade conta com novos mestres de electricidade, informática, alvenaria, carpintaria e canalização
Fotografia: Nicolau Vasco

O pavilhão de artes e ofícios do município do Cuchi, no Kuando-Kubango, colocou, em 2009, 65 técnicos no mercado de trabalho, formados nas especialidades de informática, electricidade, alvenaria, carpintaria, canalização e agricultura.
As acções de formação, uma iniciativa do Ministério da Juventude e Desportos, têm como objectivo fundamental garantir a formação dos jovens para o fomento do auto emprego.
“O Governo Angolano augura criar em todo o país pouco mais de 300 mil postos de trabalho nos próximos anos”, disse o director do pavilhão, José Pedro Dala, acrescentando que a acção formativa teve 60 por cento de aproveitamento devido à fraca adesão dos jovens, que ainda não perceberam que é preciso ter formação profissional para conseguirem emprego e contribuírem para o processo de reconstrução e desenvolvimento em curso no país. 
“É preciso que a nossa juventude desperte da inércia e enxerga que é necessário ter uma formação profissional porque só assim teremos pessoas capazes para os grandes desafios que o país tem pela frente, principalmente para o desenvolvimento e reconstrução nacional”, ressaltou. Este ano, estão inscritos, no pavilhão de artes e ofícios do município do Cuchi, 84 candidatos para as diversas especialidades: 55 em informática, 16 em electricidade, quarto na agricultura, o mesmo número na canalização, três em carpintaria e outros tantos em alvenaria.  
Apesar das inscrições terem terminado, o pavilhão continua a registar a presença de jovens que querem matricular-se.José Dala garantiu que vai ser feito tudo para se inscreverem os jovens que não o conseguiram fazer em tempo oportuno, pois, frisou, há a necessidade de se aumentar o número de candidatos.
O centro, referiu, enfrenta dificuldade em termos de equipamentos e viatura para apoiar os formandos nas deslocações durante as aulas práticas e levar o expediente administrativo à cidade de Menongue.
José Dala pediu aos jovens que adiram, cada vez mais, aos pavilhões de artes e ofícios, com vista a adquirirem formação profissional e contribuírem para o desenvolvimento do país.

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