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Pescadores com técnicas para aumentar a captura

António Capitão | Uíge


O uso de embarcações com motores de popa é o tema central de uma de uma acção formativa que decorre desde segunda-feira, no Uíge, dirigida a pescadores artesanais e chefes dos departamentos municipais do Instituto de Desenvolvimento Agrário.


 O uso de embarcações com motores de popa é o tema central de uma de uma acção formativa que decorre desde segunda-feira, no Uíge, dirigida a pescadores artesanais e chefes dos departamentos municipais do Instituto de Desenvolvimento Agrário.
A formação, promovida pelo Instituto de Pesca Artesanal (IPA), tem a duração de dez dias e pretende contribuir para a melhoria da pesca artesanal da região.
Eric Lussoki, director provincial da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, disse, durante a abertura do curso, que a pesca artesanal está a contribuir para a diversificação da dieta alimentar das populações e a servir de fonte de receitas para muitas famílias. “Esta formação vai contribuir para a prática de uma pesca responsável e racional, para além de permitir o aumento do índice de captura de peixe e reduzir a carência deste produto na província”, salientou Eric Lussoki .
O responsável caracterizou o Uíge como sendo uma das maiores bacias hidrográficas do país, devido ao número de rios e lagos que possui: 45 e 25, respectivamente. Na direcção provincial estão registados 702 pescadores artesanais, distribuídos por 33 associações e seis cooperativas, que receberam do Governo canoas e outros equipamentos destinados à pesca.
No Uíge são capturadas, em grande quantidade, espécies como o cacusso preto, bagre preto e o parco, principalmente nos municípios de Milunga, Kimbele, Bembe, Ambuíla, Damba e Maquela do Zombo.

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