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Produção de chapas cresce no Huambo

Uma nova linha com capacidade para produzir mais de 500 chapas de zinco por dia foi montada sexta-feira na cidade do Huambo, numa iniciativa de uma empresa angolana.

Vão ser produzidas mais de 500 chapas de zinco por dia para reduzir a importação de telhas
Fotografia: Santos Pedro

Uma nova linha com capacidade para produzir mais de 500 chapas de zinco por dia foi montada sexta-feira na cidade do Huambo, numa iniciativa de uma empresa angolana.
Em declarações à Angop, o proprietário da unidade fabril, Benedito Castro, revelou que a nova linha de produção orçou mais de 450 mil dólares e vai contribuir para a redução da importação de chapas de zinco do tipo de telha, muito procurado pelos empreiteiros que estão a executar obras do Estado e privadas.
As duas linhas que produzem chapas de forma ondulada e canelada têm capacidade, cada uma, para produzir mais de duas mil chapas diariamente, numa altura em que se regista um aumento da procura. Benedito Castro assegurou que, durante o ano passado, a sua unidade fabril produziu e comercializou mais de 80 mil chapas de zinco onduladas e caneladas.
A nova chapa vai ser comercializada a 2.850 kwanzas, enquanto a ondulada e canelada custa dois mil kwanzas.

Kixi Crédito sobe carteira de financiamento no Huambo

O Kixi Crédito aumenta a sua carteira de créditos de nove milhões para 12 milhões de dólares americanos, valor a ser empregue este ano para financiar os seus clientes, informou sábado à Angop o seu responsável, Fadário Lussati.
O facto foi anunciado durante a cerimónia de abertura do encontro semestral com os clientes do Kixi Crédito, que juntou mais de 450 beneficiários do projecto, das províncias do Huambo, Cabinda, Bié, Zaire e Luanda, onde aperfeiçoaram as linhas de acesso ao microcrédito para pequenos negócios.
Lussati referiu que o Kixi Crédito (Angola S.A) oferece serviços financeiros aos cidadãos angolanos economicamente activos excluídos da banca clássica e normalmente residentes nas áreas peri-urbanas, com o objectivo de aliviar a pobreza, através de pequenos empréstimos aos grupos solidários das comunidades. A instituição que dirige presta serviços desde 1999 naquelas províncias, nas quais apoia financeiramente mais de 11 mil clientes, com uma carteira de créditos na ordem dos nove milhões e 200 mil dólares.

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