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Professores do ensino geral responsabilizados pelos actos

Maximiano Filipe | Benguela

O Governo Provincial de Benguela vai continuar a responsabilizar de forma rigorosa os professores de escolas do ensino geral que se furtam do trabalho,  advertiu a  vice-governadora provincial para o sector Social.

Muitos professores comprometem às aulas
Fotografia: António Soares | Edições Novembro

Laurinda Baka apontou o  mecanismo como uma das soluções para garantir a promoção da qualidade dos sistema de ensino e o cumprimento das competências dos professores. A vice-governadora, que falava no município do Cubal, cerca de 150 quilómetros da sede de Benguela, no âmbito de uma jornada de campo, pediu maior responsabilidade dos professores, para que se evite caírem em penalizações desnecessária.
No município do Cubal, a responsável manteve um encontro com os directores das escolas, com quais debateu aspectos relacionados com os mecanismos que visem melhorar cada vez mais os resultados escolares. Laurinda Baka avançou que as autoridades esperam que a aplicação das diferentes estratégias discutidas influenciem positivamente no processo de gestão do património escolar, assim como promovam melhor a qualidade nos tempos lectivos legalmente estabelecidos por lei.
A vice-governadora provincial defendeu a aplicação de todas as medidas necessárias, no sentido de se registar ainda em muitas escolas um fraco nível de aproveitamento por parte dos alunos, situação que se junta às desistências. Laurinda Baka disse acreditar que estas situações podem ter origem no facto de os professores estarem constantemente a faltar ou atrasar-se. “A ausência constitui uma violação à Lei Geral do Trabalho, dai que as penalizações devem ser aplicadas”, recomenda.

Participação de todos


Laurinda Baka disse que o Governo  prioriza acções que visam o aumento das condições sociais básicas e qualidade de vida da população. Entre estes programas estão os sectores da Educação e Saúde.
Por isso, a vice-governadora provincial destacou a necessidade de se combater a ausência constantes de professores nas salas de aula em períodos lectivos, uma realidade que em nada abona a imagem do sector.

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