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Quadros de saúde no Bengo em formação sobre malária

Alfredo Ferreira | Caxito

Trinta técnicos dos serviços de saúde pública e privada das dezoitos províncias de Angola, estão a beneficiar, desde segunda-feira, de um curso básico de entomologia da malária na cidade de Caxito, província do Bengo.

Trinta técnicos dos serviços de saúde pública e privada das dezoitos províncias de Angola, estão a beneficiar, desde segunda-feira, de um curso básico de entomologia da malária na cidade de Caxito, província do Bengo.
Este curso básico de entomologia da malária visa capacitar e formar técnicos básicos no sentido de dotar os intervenientes na luta contra a malária de técnicas recentes utilizadas em sistemas de vigilância e controlo do mosquito.
O coordenador adjunto do Programa Nacional de Controlo da Malária, Nilton Saraiva, disse à imprensa que o curso, com a duração de três semanas, visa igualmente ministrar matérias relacionadas com incriminação do vector e princípios básicos de planificação do controlo da malária.
Nilton Saraiva adiantou também que os participantes vão aprender sobre a identificação do mosquito, diversidade dos vectores da malária e fundamentos para a determinação da susceptibilidade ao insecticida e bio-ensaio.
O responsável afirmou que “o nosso interesse é que os técnicos saibam como fazer a vigilância dos vectores que têm causado esta doença, no sentido de podermos erradicar a malária em Angola”, sublinhou.
“Nós temos vindo a implementar várias acções com o objectivo de fazer uma prevenção eficaz contra a doença da malária, com a realização de seminários de capacitação, a distribuição de mosquiteiros, a educação e informação e comunicação às comunidades”. São, entre outras, estas as acções da coordenação, disse Nilton Saraiva, coordenador adjunto do pr ograma de combate à malária.
O coordenador adjunto revelou que após esta formação, os técnicos vão ter ferramentas tecnológicas no sentido de avaliar e de detectar os vectores da malária e prestar o devido serviço em relação a doença, que atinge várias populações.
De realçar que o ano passado o país registou mais de 3,1 milhões de casos de malária.

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