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Reabilitação de pontes conta com apoio das FAA

Afonso Belo | Kuito

Os efectivos da 4ª região militar das Forças Armadas Angolanas vão apoiar a reabilitação das pontes de acesso às comunidades do interior da província do Bié, anunciou ontem o director provincial das Obras Públicas, João Marques Bango.

Novas pontes no Bié vão facilitar as ligações intermunicipais
Fotografia: Santos Pedro

Os efectivos da 4ª região militar das Forças Armadas Angolanas vão apoiar a reabilitação das pontes de acesso às comunidades do interior da província do Bié, anunciou ontem o director provincial das Obras Públicas, João Marques Bango.
Os militares garantem apoio técnico e humano e começam o seu trabalho já nos próximos dias, porque, de acordo com a fonte, a intenção é aproveitar o período de cacimbo. Inicialmente, o programa prevê reabilitar pontes nas vias intermunicipais, comunais e entre comunidades vizinhas separadas por pequenos rios e riachos.
Segundo o responsável das obras públicas na província, prevê-se ainda, para o mesmo período, a construção definitiva de pontes em estradas já reabilitadas e a substituição de pontes de madeira por metálicas em vários troços do interior da província.
João Marques Bango disse ainda que este programa de reabilitação das pontes conta também com o apoio das administrações municipais, que irão financiá-las com as verbas do fundo de gestão municipal. O objectivo é facilitar a livre circulação de pessoas e bens.
O director das Obras Públicas explicou que, numa primeira fase, a ponte metálica que se encontra sobre o rio Kutato será transferida para o rio Kuquema na localidade do Lau-Lau. Já a ponte que se encontrava sobre o rio kassenje, no troço Kuito/ Chinguar, vai para uma localidade a ser indicada pela administração municipal do Kuito.
A reabilitação da ponte sobre o rio Cuchi que liga a comuna do Kangoti, no município do Chinguar, á comuna de Kachingues, no município do Chitembo também está no programa.
Questionado sobre as ravinas que crescem assustadoramente em todas os pontos da cidade do Kuito, o director provincial das obras públicas disse que a situação ultrapassa as competências técnicas e financeiras do governo provincial. Aguarda-se, assim, a intervenção do Ministério da Construção e Urbanismo.

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