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Reconstrução de templo tem apoio do Executivo

Arão Martins |Lubango

Infra-estruturas das missões das Igrejas Evangélicas Congregacionais no Bié, Huambo e Huíla, destruídas na guerra, foram restauradas em 70 por cento, graças a um programa do Executivo, disse, no domingo, no Lubango, o secretário-geral daquela confissão religiosa.

Missões das Igrejas Envagélicas Congregacionais beneficiam de obras de restauro
Fotografia: Arão Martins

Infra-estruturas das missões das Igrejas Evangélicas Congregacionais no Bié, Huambo e Huíla, destruídas na guerra, foram restauradas em 70 por cento, graças a um programa do Executivo, disse, no domingo, no Lubango, o secretário-geral daquela confissão religiosa. O reverendo Augusto Tchipesse afirmou que o programa do Executivo permitiu a recuperação total das três missões no Bié e que estão a ser reparadas as do Huambo e da Huíla.
No Bié, referiu, foram recuperadas as missões de Camundongo, Tchissanda e Tchilesso e em vias de reabilitação estão as do Bailundo, Dondi, Elende, no Huambo, e a do Bunjei, no município de Chipindo, na Huíla.
Além da recuperação das missões, frisou, também está em curso um programa de reabilitação dos centros de saúde, hospitais, escolas da congregação, casas e recintos desportivos  “Vamos continuar a recuperar as missões e outras infra-estruturas sociais, contando com a parceria do Executivo e dos governos províncias”, declarou, salientando que as igrejas são e sempre foram locais de combate à pobreza, sobretudo nas comunidades.
Entre 1884 e1885, os missionários canadianos fundaram a missão de Camundongo, no Bié, e, em 1886, a da Quissamba. Dois anos depois, surgiu a do Tchilesso, no Andulo.
Com o surgimento destas missões, lembrou o governador Isaac dos Anjos, muitas famílias conheceram os direitos cívicos, razão fundamental da manutenção dos valores culturais.
As lutas contra o esclavagismo tinham começado e era preciso levar às pessoas o conhecimento de valores da humanidade, referiu.
O governador disse compreender por que razão “os filhos dessas missões se envolveram no processo da independência de Angola”.

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