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Rei do Bailundo fala de soluções

António Canepa| Bailundo

Armindo Kalupeteka (Ekwikwi V) apelou às autoridades centrais no sentido de construírem no Bailundo um edifício que dignifique a cultura dos ovimbundos em vez de uma residência como está a ser feito para a autoridade tradicional.

Armindo Kalupeteka (Ekwikwi V) Rei do Bailundo
Fotografia: Francisco Lopes| Huambo

O representante da autoridade tradicional, que falava no âmbito das comemorações dos 111 anos da ascensão da sede do município à categoria de vila, afirma que há adulteração do projecto inicial na Ombala (Casa Grande) do Bailundo. “Nós não estamos satisfeitos com as obras em curso na Ombala. O que está a ser feito lá não é do nosso agrado”, argumentou. “Fui eu pessoalmente quem fez o pedido, para se construir um Palácio. Dei a estrutura do projecto e é isso que eu quero na minha Ombala”, acrescentou.
Apesar disso, Armindo Kupeteka reconheceu que o município está voltado para o desenvolvimento em todas as vertentes, principalmente no sector social. Edifícios de construção definitiva substituíram habitações precárias, nasceu uma urbanização com três mil casas, as ruas estão asfaltadas, o número de escolas aumentou e surgiram novos centros de saúde.

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