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Reposta circulação na ponte sobre o rio Calai

A circulação entre as províncias do Huambo e da Huíla, na Estrada Nacional 354, Caála/Cuima/Caluquembe, foi reposta há três dias, depois de uma semana de interdição, devido a obras de reabilitação da ponte sobre o rio Calai.

A circulação entre as províncias do Huambo e da Huíla, na Estrada Nacional 354, Caála/Cuima/Caluquembe, foi reposta há três dias, depois de uma semana de interdição, devido a obras de reabilitação da ponte sobre o rio Calai.
O director do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), no Huambo, Inácio Satambue, adiantou que os trabalhos de reparação da ponte estiveram a cargo de uma brigada mista da instituição, da direcção provincial das Obras Públicas e da Administração da comuna da Catata (Caála).  Inácio Satambue disse, por outro lado, que os trabalhos foram paliativos e consistiram na soldadura de travessas e colocação de novas longarinas, para permitir a melhor circulação das viaturas e bens, enquanto se espera por uma reabilitação profunda da ponte.
 Acrescentou que o projecto de reabilitação do troço Caála/Cuima (Huambo) e Caconda/Caluquembe (Huíla) está adjudicado à Odbebrecht.
A ponte sobre o rio Calai, feita à base de uma estrutura metálica, possui 96 metros de comprimento e seis de largura. A EN 354 é considerada fundamental para o desenvolvimento da região, por ser a única utilizada pelos comerciantes para transportar mercadorias da Huíla, Namibe, Cunene e das repúblicas da África do Sul e Namíbia para as províncias do Huambo e Bié.

Degradação de estradas preocupa administradora

O avançado estado de gradação das ruas da vila do Longonjo, cerca de 64 quilómetros a oeste da cidade do Huambo, estão a causar inquietações às autoridades municipais da circunscrição, por impossibilitar a circulação do trânsito automóvel na região.  
Segundo constatou ontem a Angop, em consequência das chuvas que se fazem sentir na localidade as ruas apresentam buracos e grande destruição do lancil.
 A administradora do Longonjo, Beatriz Filipe Tutuvala, disse que a sua intervenção ultrapassa as capacidades da administração local, o que exige uma empresa especializada para o melhoramento dos acessos à sede da localidade. "A capacidade financeira para intervir nas ruas da vila não está ao alcance da administração local, pelo que pedimos a intervenção do governo da província do Huambo", afirmou.

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