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Segurança no trabalho é prioridade

Adão Diogo | Catoca

A prevenção de acidentes de trabalho nas várias áreas de serviço da Sociedade Mineira de Catoca continua a ser das grandes prioridades da empresa, afirmou o chefe de sector de segurança e higiene no trabalho.

Estão em curso diversas acções para se evitarem os acidentes de trabalho na região
Fotografia: Jornal de Angola

José Sousa disse que a empresa vai continuar a incentivar a fiscalização, educação contínua de trabalhadores, obrigação de uso de acessórios de protecção e o cumprimento de normas para segurança no trabalho. O responsável fez as afirmações numa cerimónia assinalou a Semana Interna de Prevenção contra Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais (SIPATD), realizada na vila residencial de Catoca,.
Mensagens, como “Comece o Dia com Prevenção, Termine Sem Acidentes”, “A Segurança É Prioridade de Quem Sabe Valorizar a Vida", além de imagens de acidentes aparatosos e outros apelos educativos, salientavam-se entre cartazes, dísticos e exposições afixados na sala de lazer e em vários outros pontos. O chefe de sector de segurança e higiene no trabalho disse que as iniciativas em curso concorrem para a mudança de mentalidades traduzida no registo médio mensal de dois acidentes, essencialmente causados por marteladas e cortes em dois mil trabalhadores. Sonolência, consumo de álcool e negligência foram, este ano, outras causas dos acidentes no trabalho, um dos quais se traduziu na morte de um operador de máquina, cuja viatura capotou na zona de minas.

Casos de sida


Dados apresentados pela chefe de sector de medicina ocupacional do projecto Catoca revelam que desde 2006 há o registo de mais de 200 trabalhadores infectados por VIH/Sida.
Albertina Gourgel fez o anúncio numa dissertação sobre a sida, durante a qual definiu conceitos, formas de infecção e fases de desenvolvimento da doença.
Em relação às mulheres seropositivas sugeriu que procurem o conselho médico e lembrou que a gestação nestas circunstâncias pode representar “um crime por sujeitar o feto ao risco de infecção” se não houver resurso ao corte vertical.

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