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Sindicalistas saem em defesa do biométrico

Filipe Silva | Huambo

Um maior controlo dos funcionários públicos foi defendido terça-feira pelo Sindicato de Trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social do Huambo, disse o presidente da organização.

Vista parcial da cidade do Huambo onde decorre o registo biométrico dos funcionários para garantir maior controlo
Fotografia: Francisco Lopes | Huambo

Adriano dos Santos, que falava durante a abertura da primeira Reunião Ordinária do Conselho Geral do Sindicato de Trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social do Huambo, disse que o processo de recadastramento biométrico é necessário, pois permite ao Estado ter um controlo efectivo dos trabalhadores.
“Pretende-se  com o registo  acabar com certos males, tais como o caso de funcionários que recebem dois salários, enquanto milhares de jovens encontram  mergulhados no desemprego”, disse.
O sindicalista referiu, por outro lado,  que o actual sistema monetário e cambial do país é caracterizado por uma ambição desmedida e oportunismo mercantil, desorganizando o mercado formal e informal de bens de primeira necessidade e deteriorando o poder de compra dos consumidores.
O sindicalista Adriano dos Santos disse que a realidade actual de Angola inspira cuidados e requer de todos os angolanos imaginação e criatividade, para enfrentar as consequências negativas da crise económica e financeira, resultante da baixo do preço do petróleo.

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