Províncias

Sinistrados das chuvas recebem casas em breve

ADELAIDE MUALIMUSI | Ondjiva

As casas sociais destinadas a albergar os sinistrados das chuvas do Cunene, num total de 1.600, começam a ser construídas a partir de Janeiro de 2011, na localidade de Nahumba, assegurou o governador da província, António Didalelewa.

 

As casas sociais destinadas a albergar os sinistrados das chuvas do Cunene, num total de 1.600, começam a ser construídas a partir de Janeiro de 2011, na localidade de Nahumba, assegurou o governador da província, António Didalelewa.
A primeira pedra foi lançada na quarta-feira, num espaço de 267 hectares, pelo governador do Cunene, que assegurou que a construção destas vai garantir melhores condições de habitabilidade e evitar que as populações vivam ao relento.
As obras estarão a cargo da empresa Caluchad Grupo que, através do seu responsável, Francisco Silva Carapeta, se comprometeu, no acto da assinatura dos termos de contrato, a cumprir os seis meses aprazados para a conclusão dos trabalhos, garantindo que as obras vão ter início em Janeiro e a sua conclusão está prevista para finais de Junho.
O projecto está dividido em espaços diferentes. O primeiro vai ser implantado em Nahumba I, com 835 lotes, numa área de 118 hectares, enquanto o segundo será executado em Nahumba II, com 1320 lotes, num espaço de 149 hectares.
A partir da próxima semana, a empresa vai colocar o material de base e, de 15 a 20 de Janeiro do próximo ano, vão começar a ser erguidas as primeiras casas do tipo T2, construídas com material pré-fabricadas.
O espaço será totalmente urbanizado e vai incluir escolas, postos médicos jardins e mercados.
Eugénia Abel, responsável do centro de acolhimento número II, disse estar satisfeita com o início da construção das casas. “O governador garantiu que as obras estarão concluídas em seis meses. Por isso, em nome dos sinistrados, agradeço ao governo, porque esta iniciativa vai acabar com o sofrimento da população que vive em tendas”.
Da parte do governo o contrato foi assinado pelo director provincial do Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente, Cláudio Conjassili.

Tempo

Multimédia