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Sobe o número de crianças a aprender a ler e escrever

Domingos Calucipa | Ondjiva e Matias da Costa | Cuito

Mais de 84.700 crianças vão frequentar o ensino primário no presente ano lectivo, no município do Cuanhama, na província do Cunene, informou em Ondjiva a directora da Repartição Municipal da Educação.

Cristiana Nameomunu, que falava no acto de abertura oficial do ano lectivo 2016 no município do Cuanhama, disse que no ano passado foram matriculados 82.700 alunos e que o número de professores mantém-se em 2.673.
A responsável municipal da Educação salientou igualmente que a nível do I ciclo do ensino secundário foram matriculados mais de 17 mil alunos, contra os 15.738 do ano anterior.
Cristiana Nameomunu disse que o município conta com um total de 311 escolas, 25 das quais do I ciclo. O administrador municipal do Cuanhama destacou que no princípio do mês passado centenas de professores de vários escalões participaram em acções formativas, para aumentarem e aperfeiçoarem os conhecimentos pedagógicos.
Gonçalves Namwia admitiu que a existência da escola de formação de professores de Ondjiva tem sido uma vantagem, porque tem elevado o nível de conhecimentos dos profissionais da Educação.Garantiu que a Administração Municipal, no quadro do programa municipal integrado de desenvolvimento rural e combate à pobreza, vai continuar a trabalhar no melhoramento das condições de trabalho, construindo, reabilitando e ampliando escolas, para se reduzir o número de crianças que ainda recebem aulas debaixo de árvores.

Ano lectivo no Bié


Mais de 43.900 alunos estão matriculados, para o presente ano lectivo, na província do Bié, nos diferentes subsistemas de ensino, garantiu ontem o director provincial da Educação.
Basílio Caetano acrescentou que o sector da Educação na província do Bié conta com 1.476 escolas e 15.331 trabalhadores, entre professores de vários níveis e técnicos administrativos.
Segundo o responsável da Educação na província do Bié, 49.203 crianças, adolescentes e jovens não vão poder estudar nesse ano lectivo, por insuficiência de salas e professores.

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