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Técnicos aperfeiçoam manuseio de casos

casimiro José| Sumbe

O manuseio e a prevenção de casos de malária e de dengue a nível das unidades sanitárias do Sumbe vão ser feitos com maior eficácia, nos próximos dias, depois que um grupo de 25 técnicos de saúde terminou ontem uma formação sobre as referidas matérias.

Técnicos gerem melhor casos de paludismo
Fotografia: Eduardo Pedro

Iniciado na quinta-feira, o seminário de formação sobre o pacote completo para o manuseio e prevenção da malária e dengue foi promovido pela Consaúde, em parceria com a Repartição Municipal da Saúde do  Sumbe, num financiamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a World Learning.
Durante a formação, os participantes abordaram matérias ligadas à “Situação epidemiológica da região”, “A transmissão da malária e dengue e os métodos de prevenção”, “Ciclo biológico do parasita no hospedeiro fisiopatológico da malária e dengue”, “Componentes da história clínica nos exames físicos e sinais vitais”, “Gestão de causas de malária simples” e “Malária e dengue na gravidez”.
Os participantes aprenderam ainda matérias que tinham a ver com o “Quadro clínico da malária”, “Normas da nova política de tratamento da malária e estratégia de intervenção”, “Estratégia para a prevenção” e “Manuseio de casos graves nas unidades sanitárias da região”.
Na abertura da acção formativa, o administrador municipal do Sumbe, Manuel Rosa da Silva, louvou a iniciativa da Consaúde e espera que a formação possa permitir uma actuação responsável dos técnicos de saúde, tendo em conta os equipamentos e meios para o combate às patologias, com destaque para a malária, dengue e febre-amarela.
Destacou que mais do que palavras, o combate às doenças nas comunidades passa por um compromisso entre os responsáveis e técnicos da Saúde e os próprios munícipes.
 O administrador municipal avançou que é preciso que se conte com uma equipa de técnicos de saúde competente, daí justificar a importância da formação, que atribuiu aos quadros valores para que eles possam ser bons promotores da saúde pública junto das comunidades.

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