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Todas as crianças da vila estão no sistema de ensino

Kátia Ramos | Quiculungo

A vila do Quiculungo não tem crianças fora do sistema do ensino graças a uma estratégia de construção de cinco salas em cada uma das aldeias, disse, ontem, ao Jornal de Angola, o administrador municipal.

A vila do Quiculungo não tem crianças fora do sistema do ensino graças a uma estratégia de construção de cinco salas em cada uma das aldeias, disse, ontem, ao Jornal de Angola, o administrador municipal. João Quintas, que falava a propósito dos 98º aniversário da elevação de Quiculungo a vila, assinalado ontem, afirmou que os investimentos feitos no sector da Educação deixam a população satisfeita.
A vila tem 21 escolas do ensino primário, uma do primeiro ciclo e outra missionária.
Além destas, referiu, estão a ser reabilitados três escolas nas localidades do Zala, Bonga e Cacoxi, e a ser construída uma no Quiisseque.
O sector da Saúde, lamentou, tem de falta de médicos e de enfermeiros, havendo apenas 12 profissionais a assegurarem os serviços no hospital municipal, que está em reabilitação.
O município tem três postos de saúde em funcionamento e estão em fase de conclusão outros tantos. O hospital atende também as populações dos municípios de Bolongongo e Banga. João Quintas salientou outros benefícios registados no seu município, sobretudo decorrentes do programa de combate à fome e à pobreza, citando, como exemplo, 13 aldeias e quatro zonas que beneficiam já de água canalizada e as comunas de Kibanda, Kituto e Kimuezo onde estão a ser instalados sistemas de captação e distribuição de água.
Fruto dos investimentos feitos, a vila tem de iluminação pública e domiciliária servida por dois geradores de 400 e 250 KVA.
 A nível da agricultura, disse que a exploração de café é tímida devido a dificuldades que o sector enfrenta, mas admitiu o seu relançamento em breve, pois, disse, há contactos com operadores económicos para a venda das quantidades que os agricultores têm. Além do café, Quiculungo é uma zona potencialmente rica em mandioca, jeijão e bata-doce.Os projectos ligados ao programa de combate à fome e à pobreza no município do Quiculungo estão avaliados em 217 milhões de kwanzas.         

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