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Administradores têm planos para desenvolver os munícipios

António Capitão | Uíge

Os administradores dos municípios da província do Uíge apresentaram, terça-feira, à equipa técnica dos serviços sociais da Presidência da República, os seus planos de desenvolvimento, que visam melhorar a prestação de serviços e as condições de vida das populações.

Os municípios da província estão a fazer ajustamentos ao Orçamento de Estado revisto
Fotografia: Manuel Distinto

 

Os administradores dos municípios da província do Uíge apresentaram, terça-feira, à equipa técnica dos serviços sociais da Presidência da República, os seus planos de desenvolvimento, que visam melhorar a prestação de serviços e as condições de vida das populações.
A equipa técnica, que integra a médica nutricionista Paulina Semedo e o sociólogo Simão Helena, recebeu informações dos dezasseis administradores municipais sobre os projectos prioritários a serem implementados ainda este ano nos municípios.
Paulina Semedo disse que o encontro com os administradores, directores provinciais e chefes de secretaria das administrações municipais, visou sobretudo ajustar os orçamentos financeiros para cada município, de acordo com os seus Projectos de Investimentos Municipais (PIM).
“Os administradores já elaboraram os seus planos municipais integrados, que vão permitir melhorar a vida nos seus municípios e nós, através destes planos, vamos procurar acertar os orçamentos para cada actividade projectada para este ano”, explicou. Segundo Paulina Semedo, os municípios vão ser classificados em classes para se poder ajustar os orçamentos de acordo com os serviços essenciais e especiais que devem ser postos ao alcance dos munícipes.
 “Os municípios das províncias são classificados como do tipo A e beneficiam de um orçamento diferente dos outros municípios do tipo B, tendo em conta os serviços essenciais e especiais a serem prestados à população”, referiu. O sociólogo Simão Helena disse que os programas municipais integrados de desenvolvimento rural e combate à pobreza foram elaborados pelo executivo angolano com vista a dar resposta àquelas situações mais solicitadas pela população.
“As acções a serem desenvolvidas estão diagnosticadas e nós viemos ao local para, em conjunto com os administradores municipais, enumerarmos as que maior impacto social representam e adequarmos os orçamentos para a sua implementação”, disse.

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