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Atraso no tratamento provoca mortes

Pelo menos 11 pessoas morreram de malária em sete dias, no município do Uíge, contra dez no período anterior, informou segunda-feira o responsável do controlo epidemiológico de Saúde Pública, Manuel Bunga.

Brigada móvel destacada na periferia
Fotografia: António Capitão |

O responsável revelou que os óbitos resultaram dos 368 casos de malária registados no mesmo período, pelas autoridades sanitárias, havendo ainda sob controlo 507 outros casos.
 Manuel Bunga esclareceu que os óbitos são, na sua maioria, de doentes que chegam em estado crítico na unidade hospitalar, devido ao recurso tardio aos serviços de saúde. Manuel Bunga apontou os bairros periféricos do Papelão, Candombe Velho, Candombe Novo, Caquiuia, Pedreira e Mbemba Ngango como principais focos da doença, provocada pelas constantes chuvas que se abatem na região e o aumento da população.
 O responsável adiantou que para resolver o problema as autoridades sanitárias lançaram uma campanha de sensibilização e distribuição de mosquiteiros impregnados, bem como o combate anti-larval. Acabar com os charcos de águas paradas é outra solução.

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