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Centro infantil Kiesse reabre as portas

António Capitão | Uíge

O único centro infantil da cidade do Uíge, localizado na rua Soba Manuel, foi ontem reinaugurado pelo governador provincial, Paulo Pombolo.

Paulo Pombolo dá brinquedos às crianças
Fotografia: Jornal de Angola

O único centro infantil da cidade do Uíge, localizado na rua Soba Manuel, foi ontem reinaugurado pelo governador provincial, Paulo Pombolo.
O centro infantil Kiesse, que beneficiou de obras de restauro, tem agora melhores condições para acolher os petizes. Com mais de 450 crianças inscritas, com idades compreendidas entre os zero e cinco anos, tem por objectivo proporcionar melhores cuidados e contribuir para o desenvolvimento integral das crianças.
 De acordo com a directora provincial da Assistência e Reinserção Social, Adelina Alexandre, a reabilitação do centro integra-se na concretização dos 11 compromissos assumidos pelo Governo para com a criança e que consistem, fundamentalmente, na melhoria das condições de vida e de educação na primeira infância.
 “O centro é uma instituição pedagógica cujo objectivo é o garante da educação pré-escolar. Aqui são ministradas disciplinas como a comunicação, linguística, representação matemática, música, expressão plástica, educação física e tantas outras”, elucidou Adelina Alexandre.
 Depois de ter inaugurado a instituição, o governador do Uíge, Paulo Pombolo, defendeu a necessidade de pais e governo prestarem maior atenção às crianças, por considerar que “elas precisam crescer bem, com educação e formação adequada, uma vez que são o garante do futuro desta nossa nação”. Com a reabertura do centro, recordou, os pais também ganham um espaço onde, durante os dias de trabalho, vão poder deixar os seus filhos para serem educados, aprenderem a viver e brincar em comunidade, permitindo-lhes, deste modo, realizarem as suas actividades.
 Viliana Nsimba Bunga, responsável pelo centro, adiantou que as crianças inscritas estão distribuídas por salas, onde seis educadoras e 23 vigilantes cuidam delas a tempo inteiro.
De acordo com aquela responsável o número de funcionários ainda é insuficiente. Segundo ela, são necessárias mais sete educadoras sociais e 23 vigilantes.
 “Estou satisfeita com as novas condições do nosso centro. Desta forma dispomos de mais espaço e as nossas crianças vão poder aprender melhor”, disse, referindo que “os meninos agora estão mais seguras porque antes os meliantes saltavam os muros de vedação e assaltavam as mochilas das crianças”.

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