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Consultas grátis no bairro Capote

Valter Gomes | Uíge

Centenas de moradores do bairro Capote, na cidade do Uíge, foram ontem submetidos a exames de glicemia, pressão arterial, malária e despiste da malnutrição, numa acção que envolveu estudantes do 5º ano do curso de enfermagem da Escola Superior Politécnica.

Defendida a continuidade de consulta grátis na região para benefício na vida da população
Fotografia: Mavitidi Mulaza

O coordenador da actividade, Davista Fundo Abílio, disse que o rastreio se enquadra no programa de actividades da instituição, com vista a manter a atenção primária, prevenção e promoção da saúde no seio da população.
A ideia é determinar o estado de saúde dos habitantes do bairro Capote, despistar situações embaraçosas que influenciam no surgimento de várias doenças, identificar os primeiros problemas de saúde e  incutir no seio da população hábitos de higiene pessoal, disse Davista Abílio, que admitiu que “a população está exposta a vários riscos e muitos enfrentam dificuldades de acesso aos serviços de saúde, daí que os estudantes de enfermagem entenderem aproximar a assistência médica  das pessoas”. Durante o rastreio, foram diagnosticados vários casos de pressão arterial alta, glicemia e malária. As crianças e adultos, cujos resultados dos exames foram considerados normais, receberam assistência médica e medicamentosa no local, enquanto os considerados graves foram transferidos para o Hospital Central do Uíge. No final da campanha de rastreio, os estudantes de enfermagem da Escola Superior Politécnica do Uíge promoveram   uma palestra sobre a educação para a saúde e a importância das pessoas ganharem o hábito de realizarem exames voluntários.
O coordenador da zona dois do bairro Capote, Lucas Guilherme, valorizou a iniciativa e disse que acções do género devem continuar dada a sua importância na vida das populações, ao contrário torna-se difícil porque as pessoas dirigem-se ao hospital quando sentem uma dor.
 Localizado na cidade do Uíge, o bairro Capote está subdividido em três zonas habitadas por mais de cinco mil pessoas.
Em caso de necessidade de assistência médica e medicamentosa a população procura os serviços do centro materno-infantil do bairro Pedreira ou  do Hospital Central do Uíge.

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