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Encontro Nacional da OPA encerrou trabalhos no Uíge

Joaquim Júnior | Uíge

O director nacional adjunto do Instituto Nacional da Criança (IN­AC), Alberto Fundi, afirmou que “só existe uma criança bem formada e instruída quando os aspectos ligados ao ensino e à aprendizagem estão à sua altura”.

Alberto Fundi falava no II Encontro Nacional da Organização de Pioneiros Agostinho Neto (OPA), realizado na cidade do Uíge nos dias 23 e 24 de Agosto.
O director nacional adjunto do INAC exortou os dirigentes da OPA a fazerem dos pioneiros os verdadeiros activistas da promoção e protecção dos direitos da criança. Alberto Fundi recordou, por outro lado, que muitos adultos que hoje trazem glórias para o país em diferentes domínios da vida social, económica, cultural, desportiva política e militar do passaram pela OPA.
O responsável do INAC disse que a formação dos pioneiros em matérias ligadas aos direitos da criança é importante porque isso ajuda-as a compreenderem os seus direitos e deveres. O conhecimento dos direitos e deveres das crianças, disse Alberto Fundi, são ferramentas que ajudam a denunciar junto das autoridades os actos de violência praticados dentro e fora do ambiente familiar. Alberto Fundi disse que os assuntos discutidos contemplaram o conjunto de problemas que o Instituto Nacional da Criança já identificou e devem ser objecto de soluções.
Maria Luísa Martins, secretária nacional para a organização e quadros da OPA, referiu que as crianças devem poder exercer plenamente os direitos inscritos na Carta Africana dos Direitos e Bem-estar da Criança e na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança.
Temas como “criança e família”, “qualidade de ensino”, “criança e patriotismo”, “violência contra a criança” e “influência dos meios de comunicação social e das novas tecnologias de informação na criança”, foram debatidos no Encontro Nacional da OPA.
Além dos representantes das 18 províncias de Angola, o II Encontro Nacional da maior organização infantil do país, contou com a participação de organizações de pioneiros provenientes de Moçambique, Cabo Verde e Cuba.

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