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Ensino Superior facilitado no Uíge

António Capitão | Uíge

Estudantes da província do Uíge que pretendam ingressar no ensino superior, no próximo ano académico, têm a vida facilitada, com o curso preparatório gratuito, aberto na segunda-feira, numa promoção do secretariado provincial da JMPLA.

Objectivo é garantir que mais jovens consigam realizar o sonho de estudar numa faculdade
Fotografia: Filipe Botelho

O objectivo é permitir que mais jovens tenham possibilidades de se preparar antecipadamente, antes dos exames de acesso à universidade, a­lém de evitar que paguem  mais de dez mil kwanzas para frequentarem as aulas dos cursos preparatórios.
O primeiro secretário provincial da JMPLA, Pedro Augusto Conga, disse que a acção formativa de jovens aspirantes ao ensino superior faz parte do programa de “sucesso escolar e mérito estudantil”, da organização juvenil do MPLA, e visa dotar os estudantes de conhecimentos científicos que os habilitem a conseguir bons resultados nos exames de acesso e consigam vagas nas instituições de ensino superior.
No âmbito do programa “sucesso escolar e mérito estudantil”, referiu, a JMPLA no Uíge decidiu promover o primeiro curso preparatório e de orientação para candidatos interessados em ingressar no ensino superior, no ano académico de 2015, com o objectivo de garantir que mais jovens consigam realizar o sonho de estudar numa faculdade Um total de 4.332 técnicos médios, distribuídos em 55 turmas vão beneficiar do curso preparatório para o ingresso nos cursos Psicologia, Pedagogia, História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia, Língua Portuguesa, Francês, Inglês e Filosofia.
 Outros nos cursos de Ensino Pré-escolar, Ensino Primário, Ensino Especial, Contabilidade e Gestão, Engenharia Informática, Enfermagem, Agronomia, Direito e Economia, ministrados no ISCED e na Universidade Kimpa Vita. O processo preparatório vai ser assegurado por 102 docentes voluntários.  O director provincial da E­ducação, Manuel Zangala, destacou a iniciativa da JMPLA no Uíge, que vai permitir que a província tenha jovens melhores formados.
“Há algum tempo, os jovens tinham de lutar para garantirem a soberania nacional, a tranquilidade e a paz. Hoje a nossa luta deve estar voltada para a formação académica, sobretudo de nível superior, para contribuirmos no desenvolvimento de Angola”, referiu.

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