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Estrada da Alfândega totalmente asfaltada

António Capitão |Sanza Pombo

O troço que liga as vilas de Alfândega e Sanza Pombo, na estrada nacional número 220, com uma extensão de 32 quilómetros, está totalmente asfaltado. O facto está a deixar satisfeitas as autoridades locais, munícipes e automobilistas.

Projecto visa melhorar a circulação rodoviária e o escoamento de produtos do campo para os principais mercados
Fotografia: José Bule

O troço que liga as vilas de Alfândega e Sanza Pombo, na estrada nacional número 220, com uma extensão de 32 quilómetros, está totalmente asfaltado. O facto está a deixar satisfeitas as autoridades locais, munícipes e automobilistas.
Pedro Mavinga, automobilista, lembra que tinha de levar mais de uma hora para percorrer aquela distância. Hoje, segundo disse, os trinta e dois quilómetros asfaltados são percorridos em menos de meia hora.
“É uma boa estrada e as obras têm qualidade. Acho que vai durar muito, o que nos dá maior segurança”, disse o automobilista que reconheceu os esforços do Governo na reabilitação e construção das estradas.
A comuna de Alfândega ainda carece de serviços sociais básicos, como assistência médica, e por isso os seus habitantes são obrigados a deslocarem-se para a vila de Sanza Pombo. Este trajecto, antes das obras, era feito com sacrifícios enormes. “Agora as coisas estão melhor, a estrada foi reabilitada e a vida pode começar a tomar outro rumo”, comentou o estudante André Miguel.
António Sequeira, administrador municipal de Sanza Pombo, também reconheceu que a reabilitação da estrada vai melhorar a circulação de pessoas e bens para as duas localidades. Mas lamenta a morosidade na conclusão das obras que estão a ser levadas a cabo pelas empreiteiras na reabilitação dos troços entre o Negage e o Puri e o Puri e a Alfândega.
“Para melhorar totalmente a circulação de pessoas e bens nesta estrada é necessário que toda ela esteja asfaltada. Este troço está concluído, mas a viagem do Negage até à comuna de Alfândega, numa distância de cerca de 118 quilómetros, ainda é feita de forma menos cómoda, porque as obras estão atrasadas”, referiu o administrador, pedindo a intervenção das autoridades competentes para se dar maior celeridade aos trabalhos.

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