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Governador exige o fim da corrupção

Valter Gomes | Uíge

As práticas não abonatórias do processo de ensino e aprendizagem, como a corrupção, devem merecer uma repreensão rígida por parte dos órgãos que gerem a Universidade Kimpa Vita, com medidas enérgicas aos seus protagonistas, exortou o governador provincial do Uíge.

Governador do Uíge Paulo Pombolo
Fotografia: JA Imagens

Paulo Pombolo salientou que “é inadmissível continuarmos a ouvir reclamações desta índole, inclusive de instituições que já alcançaram ou almejam o prestígio internacional”.
O governante adiantou que o professor universitário não deve considerar o estudante como um objecto e fonte de receitas, tem de encará-lo como um sujeito em relação ao saber, exercendo a sua actividade com sentido de Estado. 
“Infelizmente, há professores que desejam alcançar a estabilidade financeira recorrendo a práticas nocivas, complicando a vida do estudante”, denunciou o governador.
A Universidade Kimpa Vita deve ser mais objectiva em relação à selecção dos estudantes que entram na instituição.
Paulo Pombolo apelou a uma melhor avaliação dos professores, a partir do seu recrutamento e durante o exercício das suas funções.
As autoridades, acrescentou, vão continuar a apoiar a Universidade Kimpa Vita no sentido de aumentar e melhorar as condições de acomodação da população estudantil e do corpo docente, com vista a estimular a investigação científica.
O governador do Uíge destacou o crescimento da população estudantil no ensino superior e o surgimento de novos cursos, facto que leva o Governo Provincial a melhorar as condições de acomodação dos estudantes, construindo mais infra-estruturas para a formação da juventude.
“É com os jovens que contamos para o grande processo de construção e reconstrução da nossa província e diversificação da economia, contando com quadros altamente qualificados e capazes de competir no mercado do trabalho”, disse.

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