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Hospital com mais salas de internamento

Valter Gomes | Puri

O hospital municipal do Puri, no Uíge, com capacidade para 70 camas, está a ser ampliado, através do Programa de Melhoramento dos Serviços de Saúde em curso na localidade, anunciou ontem o director municipal da Saúde.

Serviços de internamento no hospital municipal do Puri estão a registar grandes melhorias
Fotografia: Mavitidi Mulaza

Eduardo Bondo disse que no recinto da unidade hospitalar estão a ser construídas duas novas salas de internamento para mais de 20 camas, gabinetes para os directores clínicos e administrador do hospital, e um armazém para conservação de medicamentos e materiais gastáveis.
O alargamento do hospital vai permitir descongestionar as actuais salas de internamento, sobretudo nas áreas de maternidade e pediatria, e melhorar o atendimento ambulatório dos pacientes. O hospital municipal do Puri tem banco de urgência, maternidade, ginecologia, obstetrícia, pediatria, cirurgia, medicina geral, consultas externas e uma sala do Programa de Vacinação e Combate à Malária.
A unidade sanitária conta ainda com o serviço de vigilância e­pidemiológica, entre outros que garantem o bem-estar daquela população. Eduardo Bondo salientou que, nos últimos anos, o sector da Saúde registou melhorias significativas. Em 2011, o município tinha apenas sete postos médicos em funcionamento, mas hoje tem mais seis. “Para o próximos ano, contamos com mais três novos postos de saúde, em construção na sede municipal e nas localidades do 11 de Novembro e Calumbo”.
Disse que os serviços de saúde são assegurados por 90 enfermeiros, sendo 30 efectivos e 60 contratados, e seis médicos, entre nacionais e estrangeiros. São necessários mais de 300 enfermeiros e dez médicos.
Quanto ao sector da Educação, as autoridades locais estão preocupadas com os níveis de absentismo que se registam nas escolas da municipalidade.
O  chefe de repartição municipal da Educação do Puri, Pedro Victor, salientou que actualmente as escolas estão a constatar a ausência injustificada de alguns professores no local de trabalho, o que tem provocado sérios embaraços ao funcionamento normal do sector. “Estes professores deviam saber que a nossa direcção dispõe de um documento jurídico que obriga a penalizar os faltosos, através de descontos salariais e aplicação de processos disciplinares”, alertou.
O sector tem 435 professores que asseguram as aulas em 49 escolas, 45 das quais do ensino primário e quatro do I e II ciclos. Neste ano lectivo, estão matriculados 10.939 alunos, da iniciação à 12ª classe.

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