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Hospital do Negage em reabilitação

Nicodemos Paulo | Negage

As obras de reabilitação e ampliação do Hospital Municipal do Negage já começaram. O objectivo é melhorar a assistência médica e medicamentosa à população e criar boas condições de trabalho para os profissionais de saúde.

O governador colocou a primeira pedra para a construção de novas unidades sanitárias
Fotografia: Eunice Suzana

O governador do Uíge, Paulo Pombolo, lançou a primeira pedra da empreitada que tem um financiamento do governo espanhol que vai permitir a construção da Maternidade do Negage, os hospitais municipais em Maquela do Zombo e Quimbele, um centro materno infantil e 24 apartamentos para os médicos.
A construção de hospitais nas sedes municipais e de centros de saúde nas comunas e regedorias do Uíge, o seu apetrechamento técnico e humano constam das prioridades do programa de desenvolvimento da província.
O governador referiu que a construção de infra-estruturas sanitárias vai encurtar a distância entre as povoações e as áreas de atendimento hospitalar.
“Já não falta muito para alcançarmos estes objectivos para que a população deixe de caminhar longas distâncias para encontrar um médico”, sublinhou. O chefe da repartição municipal de Saúde no Negage, Júlio Tuiango, salientou que a reabilitação e ampliação da unidade hospitalar vai permitir atender mais doentes, pelo facto do município do Negage se encontrar na confluência de várias zonas da província do Uíge.
Júlio Tuiango reconheceu que as 160 camas do Hospital do Negage são insuficientes para atender à procura, pelo que a reabilitação e ampliação “chegaram mesmo em boa hora”. Além do hospital, o município do Negage conta com 13 centros nas comunas e regedorias para atender a uma população estimada em mais de 140 mil habitantes.
O responsável da saúde indicou que no Negage vão se intensificadas as campanhas regulares de vacinação nas comunidades e a distribuição de mosquiteiros impregnados, lixívia para desinfecção da água e consultas de várias especialidades. Este trabalho com as comunidades, acrescentou, tem provocado efeitos positivos na saúde pública.

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